Sobre o limite de internet no Brasil.

Como funcionará o novo modelo de internet fixa no país? Como faço para evitar isso? Esse post pode te ajudar a entender isso.

Anatel permite a implantação do limite de internet banda larga no Brasil em meio ao turbilhão político. Coincidência?

por: Franklin Couto

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Brasil – Em meio a toda a confusão política que o país enfrente, a Anatel decidiu ser conivente com as empresas prestadoras de serviço de internet com relação a implantação do limite de internet fixa no país.

O que é engraçado nessa história toda é que trata-se de uma atitude que vai contra tudo o que se tem falado em internet nos últimos cinco anos.
Até o momento, o discurso era o de disseminar a cobertura do serviço de banda larga no país com o intuito de incluir digitalmente a maior parcela possível da população.

Agora, com a implantação desse novo modelo, o serviço de internet fixa funcionará de forma semelhante ao serviço oferecido na cobertura dos celulares. Ao atingir o limite contrato o seu serviço será interrompido imediatamente, podendo ser reestabelecido mediante ao acréscimo de pacotes complementares. A outra opção é aguardar o vencimento do mês para que haja a renovação do seu contrato e assim o serviço possa ser reestabelecido novamente.

 

Operadoras mudam o modelo do serviço de internet no Brasil em meio a crise política.
 

Nós, quanto usuários de internet seremos os maiores afetados com essas mudanças. Mas nós temos alternativas para mostrar para as prestadoras que não estamos satisfeitos com a medida adotada por elas e que queremos que a internet fixa continue ilimitada.

Para assinar o movimento virtual para demonstrar sua insatisfação, clique no link e seja redirecionado para o abaixo assinado virtual.

Ah… E se você quiser entender um pouco melhor o que está acontecendo, clique nesse link para ser redirecionado a um post do site TECMUNDO sobre o assunto.

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A trama do PMDB.

O processo de impeachment brasileiro revela muito mais do que a indignação popular. Revela também os interesses de alguns partidos políticos.

Há muito mais interesse por trás do impeachment do que o discurso de salvar o Brasil.

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por: Franklin Couto

Michel Temer ( acima ) e Eduardo Cunha ( abaixo ) os grandes nomes do PMDB.

Brasil – A semana na política brasileira se inicia quente como nunca antes na história desse país. Com a aprovação do andamento do processo de impeachment, as articulações políticas já estão a todo o vapor.

Em Brasília, vários parlamentares visitaram o palácio do Jaburu- residência oficial do vice-presidente na capital federal- já com o intuito de discutirem seus possíveis novos cargos.

A única certeza que temos até o momento é que caso a presidente caia, o PMDB estará atuando nos mais altos cargos administrativos do país. A presidência será preenchida por Michel Temer, atual vice-presidente. A vice-presidência será ocupada por Eduardo Cunha- réu de diversas acusações de corrupção- ambos do PMDB.

Em entrevista ao Jornal da Globo no dia 18/04, o presidente do Senado- Renan Calheiros ( também do PMDB ) – garantiu que a votação no Senado será voltada ao crime de responsabilidade a qual a presidente vem sendo acusada.

De certo, há muito mais interessantes políticos e pessoais nesse processo de impeachment do que um interesse real em ajudar o país a progredir.

Haja vista o que o PMDB está fazendo no Estado do Rio de Janeiro. Vocês acham realmente que um partido que governa o segundo maior Estado brasileiro em arrecadação por vinte anos, e misteriosamente anunciam a falência do Estado justamente uma semana após o rompimento com o governo são realmente flor que se cheire?

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Brasília em chamas.

Depois de um longo dia de votação, o governo amarga mais uma derrota importante.Confira um resumo do domingo na política.

O clima esquenta na votação do processo de impeachment e deputados perdem o decoro.

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Deputado Jean Wyllys cuspiu em Jair Bolsonaro durante votação do impeachment.
Em votação folgada, a oposição mostrou que o governo vem agonizando dia após dia.

Esse mesmo governo que já teve quase 80% de aprovação vem amargando duras derrotas. A mais grave foi a de ontem, 17/04, que certamente está fazendo os governistas perderem o sono.

De qualquer forma, a movimentação política ainda continua e a próxima etapa do rito acontece no Senado. Teoricamente fechado, sem muita interferência popular e talvez com os ânimos menos inflamados que os dos nossos deputados, que chegaram até a cuspir uns nos outros durante a votação.

De agora em diante, são apenas duas seções para que o processo chegue ao Senado e nós finalmente tenhamos o desfecho dessa história. 

O mais interessante do dia de hoje é que pudemos ver como nossos deputados realmente são. Espero que estejam tão chocados quanto eu. No mais, aguardemos as cenas dos próximos capítulos. 

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